Quem sou eu

Minha foto
Parnaíba, São Paulo, Brazil
Criei um espaço para brincar com o Cordel e a familia.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Parabéns FILHOTA!!!

PRINCESA
(Ludov)

Sei que há contas a pagar
E há razões pra terminar
A semana toda ficou para trás
Ela tem trabalhado demais

Como seria melhor
Se não houvesse refrão nenhum
Mas há...

E no seu apartamento
Ela se esquecia de tudo
Parecia uma princesa
Não se importava com o resto do mundo
E largava os pés em cima da mesa

Como seria melhor
Se não houvesse refrão nenhum
Mas há...

E no seu apartamento
Ela se esquecia de tudo
Não havia contratempo
Ela segurava o seu coração
E largava as roupas pelo chão..

Beijos da Mãe
2 de dezembro de 2010

sábado, 4 de setembro de 2010

Há muito tempo atrás....

Lembrei de uma história
Que minha sogra contava
Do seu tempo de criança
Quando no sítio morava
E então fiz um cordel
Da parte que ela falava.

Óleo de Rícino


Eu e meus nove irmãos

Éramos crianças normais

Morávamos em uma chácara

Com árvores colossais

Cheias de doces frutas

Plantadas por nossos pais.


Mas existia uma hora

Que eu queria esquecer

Não lembrar o ritual

O cheiro e o proceder

Dia de tomar purgante

Para a lombriga morrer.


Cinco horas da manhã

O sol nascia lá fora

Eu sei sonhava gostoso

Nada importava agora

De repente aquela voz

Crianças! Está na hora!


Meus pais entravam dizendo

Hora da pílula tomar

Para crescer, ficar forte

E os vermes espantar

É para tomar em jejum

E todas as bichas matar.


Cristão que ali estivesse

Procurava logo correr

Tomar aquele remédio

Era pior que morrer

Meu irmão mais velho

Ia pro mato se esconder.


Temido óleo de rícino

Panvermina pegajosa

Um enorme comprimido

Cápsula nada cheirosa

O enjôo vinha logo

Eu chorava nervosa.


A minha irmã caçula

Dava a maior canseira

Bebia três copos d’água

Para engolir a baboseira

Tinha muita pena dela

Pois não era brincadeira.


Farmacêutico que inventou

Esse troço deprimente

Porque não deu pra mãe dele

Antes de vender pra gente?

Queria ver a cara dela

Com certeza descontente.


Depois que todos tomavam

O remédio repugnante

Tínhamos que esperar

O efeito do purgante

Uma bela diarréia

O diabo era laxante.


Todo mundo com fome

As barrigas só roncavam

O martírio era grande

Porque as tripas dobravam

Parecia que as bichinhas

Uma saída procuravam.


Não tinha banheiro suficiente

Na hora do efeito esperado

Todos corriam pro mato

E atrás da planta acocorado

Faziam a necessidade

Tendo o bucho aliviado.


Mas era apenas um dia

No nosso alegre viver

Prefiro lembrar os doces

Que comíamos com prazer

De caju, leite e goiaba

Que mamãe sabia fazer.


Rúbia do Espírito Santo

Setembro de 2010.

terça-feira, 27 de julho de 2010

PRAÇA ROCILDA BASTO e rua PAULINO F. A. BASTO





Na manhã do último sábado (24) o Prefeito de Parnaíba, José Hamilton Castelo Branco, acompanhado pelo Presidente da Câmara de Vereadores, João Câncio Neto, dos ex-secretários municipais de Agricultura, Carlos Henrique, e de Infraestrutura, Régis Couto.
Além de familiares dos homenageados prestigiaram a solenidade que efetivou os Projetos de Lei aprovados na Câmara de Parnaíba de autoria do vereador Neto, denominado a Rua Paulino Fernandes Alves Basto e a Praça Rocilda Basto ambos localizados no loteamento Jardim dos Cajueiros no bairro Nossa Senhora de Fátima em Parnaíba e sancionados pelo Poder Executivo.
O local foi durante muitas décadas moradia dos homenageados onde anteriormente, quando existia um sítio, o casal criou filhos, netos e afins. Paulino Basto, esposo de Rocilda, trabalhou inicialmente no Moraes S/A onde chegou ao cargo de diretor, em seguida credenciou-se como administrador e se tornou Presidente da Federação das Indústrias do Piauí, onde efetivou Parnaíba como a grande representatividade do setor no estado.

terça-feira, 13 de julho de 2010